sábado, 1 de junho de 2013

INDIGNAÇÃO COM A SITUAÇÃO DA SAÚDE NO BRASIL/Idoso espera por cirurgia na bacia há mais de cinco anos, no Rio

OLÁ PESSOAL!
Estou aqui para demonstrar, creio que como vocês também, a indignação pela situação em que a Saúde e a Educação se encontram no Brasil.
Como pode uma pessoa ficar aguardando com dores, imagino, por CINCO ANOS para fazer uma cirurgia?!
Não vou nem falar muito, leiam a notícia e tirem as conclusões.
01/06/2013 13h14 - Atualizado em 01/06/2013 13h35
Idoso espera por cirurgia na bacia há mais de cinco anos, no Rio
Jorildo Dias, de 68 anos, é o número 128 na fila do Instituto de Traumatologia.
Into informou que a demanda é grande e que há 282 pacientes na fila.

Um idoso aguarda há mais de cinco anos por uma cirurgia no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), na Zona Portuária do Rio. Seu Jorildo Dias Pacheco, de 68 anos, é o número 128 na fila e precisa recolocar uma prótese entre a bacia e o fêmur. O paciente já quase não consegue andar, como mostrou o RJ TV deste sábado (1). "Cada dia que passa a situação vem se complicando. Eu não como, quase não durmo e não vou ao banheiro", desabafou o aposentado.
O pedido de exame foi feito no Hospital Universitário do Fundão em dezembro de 2007. Na mesma época, Seu Jorildo foi encaminhado para o Into, onde encontrou uma grande fila.
“O que a gente ouve é que só tem que aguardar, ninguém tem uma posição definitiva. A gente está angustiada com essa espera, porque é uma espera que não há um horizonte”, desabafou a filha do idoso,  Juliana Dias.
Queda em casa
Para piorar a situação, há 24 dias ele sofreu uma queda em casa, fraturou o fêmur e foi levado para o Hospital Evandro Freire, na Ilha do Governador. A família disse que Seu Jorildo fez radiografia e tem tomado remédios. Segundo familiares, os próprios médicos já alertaram para a urgência da cirurgia no Into. “Ao invés de ter um problema ele está ganhando vários problemas. A situação dele está se complicando, o joelho está inchado e não há medicamento que resolva essa situação”, afirmou Juliana.

Enquanto esperam a cirurgia, as filhas de Seu Jorildo tentam acreditar na própria promessa que fizeram ao pai. “Ontem mesmo ele falou pra mim: será que eu vou ficar aqui até eu morrer? E nós como filhas falamos 'não pai, nós vamos tentar ajudar o senhor em tudo que for possível'”, disse emocionada a filha Josélia Dias.

282 pacientes na fila
O Into confirmou neste sábado (1º) que Seu Jorildo é o 128 da lista de espera.  Segundo o Instituto, a lista é definida de acordo com a data do pedido e a indicação cirúrgica. Ainda segundo o Into, mutirões são feitos na tentativa de acelerar a fila, mas a demanda é muito grande, pois eles recebem pacientes de todo o país. Ao todo, 282 pacientes esperam por uma cirurgia.


COMO ASSIM, FILA PARA FAZER CIRURGIA, FILA PARA ENTRAR NO CTI ( CENTRO DE TRATAMENTO INTENSIVO) TEM QUE TER MUTIRÃO?!
 PARA ISSO? CARAMBA, NÃO TEM HOSPITAIS, PESSOAL DA SAÚDE CAPACITADO O BASTANTE PARA REALIZAR ESTAS CIRURGIAS, ESTES ATENDIMENTOS?!

NÃO FALO MAIS NADA, APENAS LAMENTO E REZO PARA QUE NÃO PRECISE JAMAIS DESTE ATENDIMENTO, QUE NINGUÉM DA MINHA FAMÍLIA ESTEJA NOVAMENTE DEPENDENDO DELES. 

JÁ TIVE UMA VEZ UM PARENTE, MINHA AVÓ, QUE DEUS A TENHA, ELA PRECISAVA DE UMA VAGA NO UTI (UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO) URGENTE E SIMPLESMENTE NÃO TINHA... 
:(

Será que o povo com mais acesso a Educação, um dia poderá realmente usar seus direitos, seus deveres e não só exigir, mas mudar esta situação, votando melhor, escolhendo melhor quem nos representa lá no Congresso, na vida pública política deste país? Se cuidando mais, para não sofrer tanto? 
Não acho que a vida vai ficar fácil, sem sofrimento ou dores, mas pelo menos a diferença social que há atualmente será ao menos diminuída. 



CÍCERA MARIA
Pedagoga/Psicopedagoga
(21) 7447-3284

http://www.rio.rj.gov.br/web/guest;jsessionid=BCD8BA79F3F8AD3491C15A0290DF9834.liferay-inst6

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

COMO EU FIZ PARA EMAGRECER 75Kg só com DIETA e EXERCÍCIOS?



Olá amigos, eu estou aqui para mostrar não só para vocês meus leitores, mas pra mim mesma que é possível... 


EMAGRECER


Veja o depoimento desse rapaz.
Será que assim dá para nos encorajar?
Vamos tentar?

Eu vou.


FORÇA DE VONTADE O piauiense Mauro Estrêla conseguiu emagrecer 75 quilos só com dieta e exercícios físicos (Fotos: Arquivo pessoal)

“Emagreci 75 quilos só com dieta e exercícios”, diz piauiense

O turismólogo Mauro Estrêla, de 25 anos, conta como perdeu, em menos de dois anos, quase metade de seu peso – sem remédios ou cirurgia

EM DEPOIMENTO A NATHALIA TAVOLIERI
Mauro "enfiava o pé na jaca" todos os dias (Foto: Arquivo pessoal)



"Tem coisa melhor do que comer? Eu sempre gostei, desde pequeno. Era um menino gordinho, mas nada fora do normal. Comia bem e parte das guloseimas extras era compensada pelo esporte praticado na escola. No começo da adolescência, a coisa desandou assustadoramente. Com o fim das aulas de Educação Física, parei com o pouco exercício que fazia. Só estudava, dormia e, claro, comia. E muito. Em um único almoço, por exemplo, comia grandes porções de macarrão, arroz, feijão, macaxeira frita, purê e três tipos de carne. De sobremesa, sorvete, bolo ou os dois. À tarde, lanchava biscoitos recheados com refrigerante e milk-shake. Isso não era só aos finais de semana ou em uma data especial. Enfiava o pé na jaca todos os dias.
Mauro passou a malhar todos os dias – inclusive aos finais de semana (Foto: Arquivo pessoal)Passei de gordinho a obeso mórbido. Quando ia à casa de amigos, atacava a geladeira e a despensa deles. Como me conheceram gordo, estavam acostumados com o meu peso. E me agradavam com comidas gostosas. Nos passeios de carro não podia sentar na janelinha, só no meio – para não desequilibrar o veículo. Se a viagem era de avião, os passageiros faziam cara feia quando percebiam que eu sentaria ao lado. Meus amigos me chamavam de Nhônho (em alusão ao amigo gordo do Chaves, personagem da série homônima da televisão mexicana) e faziam piadinhas. Eu levava na esportiva. Apesar do excesso de gordura, não deixava de ir à praia, a festas e baladas – lembro que, numa delas, quebrei a catraca da entrada. Aos 22 anos, havia passado da casa dos 160 quilos. Dizia que não queria emagrecer, que estava bem daquele jeito.
"Ver no espelho o reflexo do meu esforço era minha motivação", diz Mauro  (Fotos: Arquivo pessoal)
Parei para pensar quando minhas calças número 62 não entravam mais. Os modelos tinham que ser feitos sob medida ou comprados no exterior. Eram feios e sem corte. Vaidoso, decidi que não queria mais engordar.
Comecei a reduzir as porções do que estava acostumado a comer. Só com a diminuição, perdi 20 quilos em oito meses. Percebi que poderia existir uma versão magra do Mauro. Foi aí que tracei a meta de emagrecer pra valer. Cortei sal, doces, frituras e farinha branca. Como havia frequentado dezenas de nutricionistas e endocrinologistas ao longo da vida, já sabia o que fazer. Só faltava força de vontade. E agora eu tinha.

Não voltei a médicos, não tomei remédio e não fiz cirurgia. Meu emagrecimento foi natural. Perdia quatro quilos em uma semana, dois na outra ou até nenhum. Não pirava nem passava fome. Com a ajuda do meu irmão, que é educador físico, passei a caminhar pelas ruas de Teresina, cidade onde moro. Confesso que, por vergonha, enrolei para me matricular na academia. Hoje, não saio mais dela. Malho uma hora e meia todos os dias. É sagrado. Se estou viajando, levo corda, faço flexões no quarto do hotel ou saio para bater perna pela cidade. Se passo mais de dez dias fora, procuro uma academia nos arredores. Em dias atarefados, acordo mais cedo ou durmo mais tarde para malhar. Levo sempre uma mochila com roupa de ginástica dentro do carro. Não tem desculpa. Se vou a uma festa, levo minha marmita light ou, dependendo da intimidade com o anfitrião, peço para fazer uma saladinha. Em casa, gosto de ir para a cozinha e preparar meus pratos. Não como os salgadinhos fritos de que tanto gostava, como coxinha, nem sob tortura. Encaro como se fossem uma droga. Já bolo caseiro não abro mão. De vez em quando, não resisto a uma fatia do de laranja ou de nata com um cafezinho





Com 1,84 metros de altura, Mauro pesa 95 quilos e tem 13% de gordura no corpo (Fotos: Arquivo pessoal)
Minha alimentação saudável mudou a de todo mundo lá de casa. Meu pai perdeu dez quilos e minha mãe, sete. Eles sentem muito orgulho da minha conquista. Lutaram a vida toda para que eu emagrecesse. Em um ano e oito meses perdi 75 quilos. Tenho 1,84 metros e cheguei a pesar 85. Aí já estava magro demais. Queria ficar forte. Intensifiquei a malhação e ganhei 10 quilos de massa magra. Meu percentual de gordura é 13%..
Se eu disser que foi difícil, estaria mentindo. Ver no espelho o reflexo do meu esforço era minha motivação. Hoje, não sou mais o gordo da balada. Visto roupas descoladas, estou bonitão. No sexo, estou mais disposto e meu condicionamento físico melhorou 100%. Posso sentar em qualquer lugar, inclusive na janelinha. Não tenho ‘projeto verão’, ‘carnaval’ ou do tipo ‘tanquinho definido’. Meu projeto é ser saudável para o resto da vida. Brinco que é o ‘projeto caixão fit’.







CÍCERA MARIA



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Qual a vantagem de um REFORÇO ESCOLAR?

CONTATOS: e-mail: c.maria321@gmail.com
Tel: 2445-8937/97447-3284
 Há mais de 10 anos com atividade de apoio pedagógico, reforço escolar e há 3 anos como psicopedagoga, alunos de várias séries do ensino fundamental e também do ensino médio são assistidos, acompanhados por mim, em Instituição de Ensino ou atendimento particular, em domicílio.



Sabemos que ninguém é igual a ninguém. Cada um de nós é diferente um do outro e isso é o que enriquece nossas relações, assim,  é natural que numa sala de aula essa diferença apareça e algumas vezes acarreta resultados  desagradáveis para as crianças. Elas são diferentes, assim como o ritmo de aprendizado para cada uma delas.





 Vão acontecer ao longo do ano algumas descrepancias uns são mais rápidos, outros têm mais dificuldade.  Há também aqueles casos de crianças ou adolescentes que apresentem essas dificuldades mais graves, pois são portadoras de algum distúrbio a ser investigado: D.A., TDAH, Dislexia entre outros. Nesses casos, assim que haja desconfiança que algo está nesse nível, é recomendável informar a direção da escola, a coordenação e aos pais. As providencias a seguir será o encaminhamento a especialistas que irão confirmar ou não as suspeitas e em caso de positivo, indicará o melhor caminho para uma intervenção, já em outro caso, o encaminhamento  será para um bom reforço escolar o que será a melhor saída para que esses desníveis não se acentuem com o tempo.

 No reforço, os alunos que apresentem essas defasagens - diagnosticadas por professores, com apoio da coordenação ou da diretoria – são atendidos e os problemas pontuais de assimilação de conteúdo, são tratados


 Eu sou professora de reforço escolar há algum tempo: “Os alunos que são atendidos por mim, tem apresentado bons resultados.  Até o ano passado, atendia em Instituição de Ensino, o resultado até foi interessante, mas percebendo que os grupos aumentavam, o atendimento individualizado ficou mais difícil, este ano, no entanto, resolvi voltar a atender individualmente esses alunos. EU DISPONHO PARA eles um atendimento INDIVIDUALIZADO em DOMICÍLIO


 Assim, espera-se um melhor avanço nos resultados. Porém, nessa forma de trabalho,há alguns inconvenientes como a falta de vaga, pois o tempo é curto para poder atender a todos como gostaria.
O tempo de reforço varia de uma hora até duas horas, contando 5 horas semanais, para garantir a vaga, deve ligar e agendar esses atendimentos. É marcada então uma entrevista com os responsáveis e com os alunos, durante a conversa, são coletados dados, como o motivo da procura, o resultado esperado, etc. Os alunos também são ouvidos e durante a conversa, tenta-se entender o que pode estar dando apreensão para eles, ou seja, o que eles sentem maior dificuldade. Se há suspeita de que esse baixo rendimento é algo maior, ou seja, este aluno seja portador de um distúrbio que causa dificuldade na aquisição da aprendizagem, é solicitado que o mesmo seja atendido por outros profissionais, como psicólogo, neurologista, psiquiatras, psicopedagogo, etc.


Os pais recebem um contrato particular de atendimento pedagógico no qual está resumido a forma de atendimento, pagamento, horário, local do atendimento, uma cópia fica com o responsável e a outra entregue a profissional, assim é melhor para ambos, pois cria um vínculo profissional no qual as responsabilidades são claras tanto para o contratante, quanto para o profissional.  Ainda disponho de horário disponível apenas terça-feira das 13h até 15 h e sexta-feira de 13h até 15h.



















Cícera Maria